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A Companhia da Ilusão apresentou um dos maiores romances do poeta e dramaturgo espanhol, Frederico Garcia Lorca. A Rosa Murcha, livre adaptação de Dona Rosita, a solteira emocionou o público que assistiu ao espetáculo nos dias 26 e 27 de novembro.
A Companhia da Ilusão apresentou a comédia juvenil “Amores em Botão” nos dias 3 e 4 de dezembro no Teatro CNEC. A turma de adolescentes deu uma grande lição para os adultos que assistiam ao mostrar suas angústias e problemas tão subestimados para quem não está nesta difícil fase da vida.
Escrita há mais de dois mil anos por Eurípedes, essa história tem como palco a cidade de Tebas, na Grécia.
Essa peça foi apresentada pelos atores do nível II da Companhia da Ilusão com direção de Rodrigo Motta.
Você conseguiria pronunciar apenas uma palavra por dia? Nessa peça Humulus e a duquesa de Brignoc, uma livre adaptação do texto “Humulus, O Mudo”, de Jean Anouilh, com direção de Alberto Bruno e Rodrigo Motta, isso é possível, sim.
A peça de Martins Pena, O Inglês Maquinista mostra as pontas extremas da sociedade do nosso passado: o senhor e claro, o escravo. Isso tudo se deu por causa dos problemas que o Brasil enfrentava com os meias-caras, escravos vindos em navios de traficantes.
O teatro do absurdo sempre traz uma crítica feroz à sociedade. Expõe ao ridículo situações cotidianas onde rimos de nós mesmos. Baseada na peça O futuro está nos ovos de Ionesco, a peça Jacques e a reprodução traz ao palco a importância que a sociedade dá em status, casamento e filhos.
Meu Querido Vitor, adaptação da peça ‘O Defunto’ de René de Obaldia conta a história de um triângulo amoroso onde duas mulheres choram a morte de Vitor, sua esposa Julie e uma de suas amantes, Madame Cravan.
A 21ª Edição - Teatro de Bolso inicia-se com o gênero contemporâneo em um drama realista de autores consagrados como Harold Pinter nos textos “À Beira Mar” e “Noite”; e Ricardo Torres em “A Morte do Pai”. Ambos os textos falam sobre perdas e relacionamentos distantes.
Os alunos do nível I encerraram o 21º Projeto Teatro de Bolso, nos dias 10 e 11 de dezembro, interpretando um dos maiores autores brasileiros, Martins Pena. Nesta e em outras obras do autor, os costumes brasileiros são narrados de forma satirizada em situações surpreendentes.
A peça Tempos Antigos mostra a época da ditadura e o que causou a nossa juventude. Relatam jovens com medo e sem poder ter seus direitos adquiridos, como o de pensar, de falar ou mesmo de agir. Apresenta ao público o nosso passado sombrio e o que podemos melhorar no presente.